Hoje (23/02), o jornal Valor trouxe uma notícia preocupante: os presidentes da Caixa e do BRB discutem a possível federalização do Banco de Brasília pela Caixa, diante do risco de liquidez e capital do BRB, resultado de operações controversas com o Banco Master.
❓ A questão é: o que a Caixa e o governo federal ganham em assumir um problema que deveria ser responsabilidade do Governo do DF, de Ibaneis Rocha?
Entre 2014 e 2022, como conselheira eleita pelos empregados, e depois como presidente em 2023, enfrentei grandes desafios para proteger a Caixa do desmantelamento e das operações questionáveis realizadas nos governos Temer e Bolsonaro.
Com a posse do presidente Lula em 2023, houve um compromisso claro com a sustentabilidade da Caixa, reforçando a governança e resgatando sua credibilidade e protagonismo no desenvolvimento do país.
Mas sabemos que os interesses são fortes. As conexões entre as direções da Caixa e do BRB não são coincidência — todas passam pelo chamado “Centrão”. Paulo Henrique, ex-presidente do BRB e investigado pelas operações com o Banco Master, já foi vice-presidente da Caixa na gestão de Nelson de Souza. Carlos Vieira, atual presidente da Caixa, também passou pelo BRB e pela Funcef, sempre em articulação com Paulo Henrique e Nelson de Souza, que hoje preside o BRB após passagem pela Cartões Elo nos últimos dois anos, indicado por Vieira.
🔎 Diante desse cenário, precisamos questionar: vale a pena a Caixa e o governo federal assumirem esse passivo?
✊ É urgente defender o patrimônio público das armadilhas dos interesses oportunistas.
Federalização do BRB: qual o risco para a Caixa?
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